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Em busca da verdadeira felicidade conjugal

Em busca da verdadeira felicidade conjugal

 

O grande mandamento de Jesus Cristo  é amar ao outro como se ama a si mesmo. Quem não ama a si mesmo é uma pessoa mal resolvida e não está apta para construir a felicidade com ninguém.

 

Quem somos?...  O que fazemos aqui?...  Para onde vamos?...  Três perguntas básicas que exigem uma resposta verdadeira. Num determinado dia, eu e você nascemos numa lugar especifico. Não, não tivemos opção de escolha... Viemos ao mundo... Surgimos num cenário geográfico e ficamos muito circunstancializados pelo ambiente em que fomos criados. Dai pensar que alguém com quem casamos vai ser o responsável pelo nosso estado de felicidade. Puro engano. 

Herdamos dos nossos pais aspectos físicos semelhantes. Herdamos uma cultura familiar especifica. Essas três perguntas nos deixam intrigados porque não encontramos as respostas certas simplesmente porque o outro com quem casamos não tem a resposta de nosso enigma mesmo porque também pouco sabem de si mesmos.

 

Sempre estamos olhando para o nosso próprio umbigo. Saímos de uma barriga. Há um clamor interior muito forte. Estamos em busca da Felicidade! esse é um desejo universal de todo ser humano. O problema maior é que não conhecemos as respostas referentes as três perguntas básicas. 

Quando um homem ou uma mulher diz: “Eu sou feliz”, ou “eu sou infeliz” a maioria entende que esse “eu” refere-se a uma situação de um estado vibratório físico ou emocional. Esse sentir intenso que pode ser um sentimento de bem estar que muitos denominam de felicidade. Ou é um sentimento de mal estar, e alguns entendem por infelicidade. A verdade é que todas as pessoas se identificam com seu estado emocional e fazem as avaliações dos conceitos que formam sobre sua parte mental. Dizem, por ex: “Eu” estou triste (infeliz)... “Eu” estou alegre (feliz).

Durante a existência temos momentos, alegres e momentos tristes com pessoas que resolvemos compartilhar a vida. Essa variante profunda em nosso ser, afeta nossas emoções. A intensidade do estado emocional afetivo pode criar situações conflituosas. O grande problema é que todas as circunstancias que contribuem para o nosso estado emocional tem a sua origem nas expectativas que criamos referentes aquilo que achamos ser situações, circunstancias, projetos, ideias, objetivos que nos tornem pessoas alegres. Seres “felizes”. Quando Sócrates bebeu o veneno que o levaria a morte, Tritom seu amigo perguntou-lhe, entre soluços:

“Sócrates, onde queres que te enterremos? Ao que o filósofo, semiconsciente murmurou: Já te disse, amigo, ninguém pode enterrar Sócrates... Quanto a esse invólucro, enterrai-o onde o quiseres. Não sou eu... Eu sou a minha alma. E assim expirou esse homem que tinha descoberto o segredo da felicidade, que nem a morte lhe pode roubar. Conhecia-se a si mesmo, o seu verdadeiro Eu divino, imortal. A verdadeira felicidade consiste em conhecer a si mesmo. 

“Onde não há auto conhecimento não há felicidade” Huberto Rhoden
“Conhece-te a ti mesmo”  Sócrates

 Não é possível amar a alguém senão amarmos a nós mesmos. Conhecer o outro sem se aperceber quem somos. Então pare de criticar teu cônjuge pelo teu estado de ser. A gente  se casa para contribuir com quem achamos que merecem de  nós a alegria de compartilhar quem somos, a nossa felicidade. Conheça a verdade sobre si mesmo e ela te fara descobrir o sentido da vida. Jesus disse: “E Conhecereis a verdade e ela vos libertará” João 8;32

 

Pedro Luiz Almeida


 



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